Weber, a música e o hipertexto

É engraçado como o sonho de uma escrita hipertextual parece ter circundado o imaginário do século XIX e XX.

Um dos meus professores relembrou, certa feita,
uma confissão do mesmo Max Weber, que, ao
contemplar a partitura do Tristão, teria afirmado:

“Essa é a técnica de escritura que me faz falta. Com
ela à minha disposição eu poderia finalmente fazer
o que deveria: dizer muitas coisas separadas, uma ao

lado da outra, mas simultaneamente”.
Leopoldo Waizbort. Pequena Sociologia da Nota de Rodapé
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